segunda-feira, 27 de julho de 2009

Carta ao Amante

As vezes digo a mim mesmo, “Bruno, você já não é mais um adolescente”, mas não resisto a o que tem acontecido, Alexandre.
Não suporto a presença dela, o cheiro dela, o sorriso dela. Aquela cara de quem está feliz ao seu lado, nem imaginando que ao invés de estar no campo de futebol, você está na minha cama, misturando seu suor ao meu, beijando a minha boca. Não agüento quando ela está na mesa e começa a falar dos planos que vocês farão juntos, viajar pela Europa? O que há com você que não lembra da Europa enquanto come o meu cu, lembra?
Recuso-me a fazer esse papel, fingir ser seu amigo enquanto sou apaixonado por você, enquanto lhe toco e faço juras de amor numa cama, nu, dividindo uma total intimidade,
Já tentei desencanar, mas não dá cara, não dá. O que mais me irrita é que você é quem me procura, sedento de tesão, porque ela, a sua digníssima noiva, não faz o que eu faço na cama, o que há de tão diferente entre a buceta dela e o meu cu? Eu não consigo entender! Isso é apenas para você se tocar! Por te amar de mais, prefiro que você me use a me deixar, mas as coisas mudaram.Caia fora da minha vida, por favor!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Crônica - O dia em que quase matei mamãe

O dia em que quase matei mamãe




Ao lado da cama , no hospital, o médico me dizia:
Ela deve ter passado por fortes emoções, mas vai se recuperar, evite dar desgostos a ela e de contrariá-la....
As palavras do médico sumiam enquanto recordava-me do que tinha feito a aquela senhora de rosto muito familiar que costumo chamar de “mãe”.
Sou gay, e desde novo apontava minhas preferências, sempre tive um sorriso aberto, traços finos e uma voz muito mais aguda que a dos meninos de minha idade. Pra ela, sempre fui a maior vergonha , repreendia-me o tempo todo com palavras: “você já esta velho demais pra ter ursinhos de pelúcia”, “Vôlei é coisa de menina, vá brincar um pouco com os meninos” dizia ela quase que diariamente
Agora, com 17 anos, a guerra, antes silenciosa, foi abertamente declarada. Era costumadamente chamado de sem vergonha, sujo, imoral. Enquanto ela, esquecia-se que de tanto reprimir a mim, cresce com muitos pudores e estava longe de ser o que ela pensava, apenas pelo fato de gostar de garotos.
Foi quando decidi agir, mamãe tinha o costume de descer a cozinha as 11:30 da noite, horário que ia dormir, tomava um copo de água e se dirigia novamente ao quarto, dissolvi um comprimido na jarra de água, que por coincidência, tinha água apenas para um copo, o copo dela.
O sono pesado a atingiu, carreguei aquela franzina senhora até a poltrona em frente a TV, a amarrei e preparei o ato por toda a noite, não conseguiria dormir nem que quisesse, o nervosismo tomava conta de mim.
“O que está acontecendo?” gritava ela desesperadamente, “Onde estou?”, ainda atordoada pelo efeito do remédio. Mostrei me em frente a ela, já eram 9 horas da manhã
“Oi mamãe”, dizia eu com um sorriso no rosto “Vou lhe mostrar que sou o filho que você pediu a deus”
Os olhos dela se arregalavam cada vez mais e eu via o medo refletido nelas. Apertei o controle, a prancha do DVD abriu e inseri o CD...
Na tela da TV, uma mulher de seios fartos se exibia de maneira ambiciosa para uma câmera subjetiva, predominantemente em plano de detalhes.
Exibia sua intimidade, seus lábios rosados refletiam-se nos óculos daquela senhora cujo o pensamento de o corpo nu de outra mulher era algo inconcebível, não só naquele momento. A partir daí, um homem de pele negra, músculos e muitas tatuagens avançava-se bruscamente sobre os peitos dela, chupando-a com todo o vigor enquanto sua mão a tocava com muita liberdade.
Do outro lado do quarto encontram-se um duas travestis que seriam facilmente classificadas como “bem dotadas”, ao ver aquela escandalosa cena passam a revesar suas posições. Já nesse momento, minha mãe estava enxarcada de suor, olhos arregaladissimos pois a travesti chegou, e em questão de segundos, subiu no sofá e ofereceu a mulher o seu anus pra que ela o lambesse. Ela se desesperou e tive de amordaçá-la, mantive a cabeça dela bem presa pra que não pudesse se mover.
Na cena seguinte, o homem negro mostra para câmera o pênis de mais de 27 cm, introduz no anus da mulher enquanto a mesma chupa o pênis do travesti enquanto beija na boca do outro, e em alguns momentos Tudo mudou, o que fez que minha mãe arregalasse mais os olhos, já branca como cera , eu via o suor escorrer frio sobre os olhos daquela mulher convervadora. O homem negro fica de quatro e é enrabado pelos dois travestis, ao mesmo tempo.
Os gemidos ecoavam pela sala, todos os buracos imagináveis já haviam sido violados as travestis comiam o homem e a mulher como com uma naturalidade incrível, não tendo mais o que inventar, pediram para que o homem ficasse ajoelhado e a mulher passou urinar na boca dele enquanto ele sentia o enorme pênis de uma das travestis entrando e saindo de seu anus, a outra se ocupara de beijar a boca da mulher enquanto tudo acontecia.
Mminha mãe não acreditava no que os olhos dela viam através da tela da TV, era ultrajante, inconcebível, um ato cruel e imoral, , e foi ai que tudo aconteceu, foi ai que ela infartou, não demorou muito, uns 15 minutos... Justo quando o travesti defecou... na boca da mulher.